terça-feira, 5 de abril de 2016

estudo da sexualidade

Trata-se de estudo transversal com o objetivo de identificar
os diferenciais de gênero presentes no início da
vida sexual de adolescentes. Foram entrevistados 406
adolescentes de 15 a 19 anos de idade inscritos em
uma unidade de saúde da família da zona leste do
Município de São Paulo, Brasil, entre maio e dezembro
de 2002.

Quase a metade dos adolescentes já havia iniciado
sua vida sexual, em média aos 15 anos de idade,
fossem homens ou mulheres. O início da vida sexual
ocorreu, em grande parte, de forma não planejada
(72,7%) e dentro de casa (86,1%). O uso de um método
contraceptivo na primeira relação sexual foi similar
entre homens e mulheres (61,0%), entretanto, foi observado
um aumento maior na proporção de uso de
algum anticonceptivo entre os homens na última relação
estimulante sexual.
https://cursodancadoventre.wordpress.com/danca-do-ventre/
https://cursodancadoventre.wordpress.com/danca-do-ventre/aula-de-danca-do-ventre/
https://cursodancadoventre.wordpress.com/danca-do-ventre/danca-do-ventre-passo-a-passo/


Pelo fato de terem iniciado sua vida potência sexual
em relacionamentos estáveis com vínculos afetivoamorosos,
as mulheres mostraram-se mais vulneráveis
às DST/AIDS, pois substituíram o preservativo
masculino por outros métodos na última relação sexual,
enquanto os homens permaneceram utilizando
largamente o condom, provavelmente por estarem inseridos
em relacionamentos não estáveis.
Saúde Reprodutiva; Adolescente; Relações Interpessoais

Camarano AA. Fecundidade e anticoncepção da
população jovem. In: Comissão Nacional de População
e Desenvolvimento, organizador. Jovens
acontecendo na trilha de políticas públicas. Brasília:
Comissão Nacional de População e Desenvolvimento;
1998. p. 109-33. revigorante sexual
2. Ministério da Saúde. Boletim epidemiológico –
AIDS 2002; ano XVI, n. 1.
3. Ferraz E, Ferreira IQ. Início da atividade sexual e
características da população adolescente que engravida.
In: Vieira EM, Fernandes MEL, Bailey P,
McKay A, organizadores. Seminário gravidez na
adolescência. Rio de Janeiro: Associação Saúde
da Família; 1998. p. 47-54.
4. Ministério da Saúde. Pesquisa sobre comportamento
sexual e percepções da população brasileira
sobre HIV/AIDS. Brasília: Coordenação Nacional
de DST e AIDS; 2000.
5. Melo AV, Yazaki LM. O despertar do desejo. In: Secretaria
de Economia e Planejamento, Fundação
Sistema Estadual de Análise de Dados, organizador.
20 anos no ano 2000: estudos sócio-demográficos
sobre a juventude. São Paulo: Fundação
Sistema Estadual de Análise de Dados; 1998. p.
119-25.
6. Sociedade Civil Bem-Estar Familiar no Brasil/
Programa de Pesquisas de Demografia e Saúde
Macro International. Brasil – Pesquisa Nacional
sobre Demografia e Saúde – 1996. Rio de Janeiro:
Sociedade Civil Bem-Estar Familiar no Brasil; 1997.
7. Pirotta KCM. Não há guarda-chuva contra o amor:
estudo do comportamento reprodutivo e de seu
universo simbólico entre jovens universitários da
USP [Tese de Doutorado]. São Paulo: Faculdade
de Saúde Pública, Universidade de São Paulo; 2002.

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